Por muito tempo senti falta desse dia. Hora subjetiva, de desejos e sensações. Sem objetivo, só clareza e perspectiva. A última dança que nem sempre acontece. Algo faliu porque o futuro atrapalhou, atropelou e chegou. Matou a espera.
Véspera que também é retorno. O fechar de olhos não indica negligência. Hoje, o escuro é arriscar ouvir. O pânico de faltar um condimento, a preguiça do transporte e a vontade de dançar estão de volta! Realidade, a droga...
Primeiras impressões outra vez. Escrever já não é aprimorar, é contar ou exprimir. Cada palavra em teste se guarda para uma possível utilidade. A ocasião tem direito a música, ritual desadjetivado.
Há mesmo tanto o que refletir? Não. É só a vontade louca de ouvir expressões e grafá-las. Cenário e hábitos familiares, casa e descasa. A imagem é: riscando passos no chão enquanto o disco toca, rápido. Os pés cantam, marcham e encaram.
Estou contando para o Stipe. =)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Véspera
Marcadores:
Textos Pessoais
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
boa viagem, boa dança.
Odeio dissecar textos dos outros.
Mas que bom que matou a espera. Odeio ela, hááá.
E concordo totalmente, que fechar os olhos não é ser negligente, as vezes é só uma amplificação de senti(mentos)(dos).
E foi o post seu que mais gostei.
Mesmo em outro baile, ou no quarto de quem participa, a última dança tem sempre que acontecer.
Postar um comentário