sexta-feira, 22 de junho de 2012

sábado, 16 de junho de 2012

15/06/2012: Data de estreia do "On the Road"

O que eu procuro neste lugar não existe mais. É um passado longínquo, distante, que ficou no balcão da biblioteca. Um momento congelado de blusa azul, usando da licença poética sobre minhas próprias criações para mudar a cor que realmente era.

Projetando o supra-futuro,enquanto estou mesmo dançando com os braços abertos na pista sob nenhum efeito alcoólico, ou de capuz tocando minha guitarra no trem, rindo do susto das pessoas que sigo. E elas são metas sobre a minha própria velocidade nas escadas.

A meta do ano se refina de “pessoas” para “pessoas certas”.

Reflita um pouco sobre a sua rua, seu corpo, sua saúde, o quanto passou a gostar mais de doces e as suas ausências. Não conte quantas horas dormiu, mas aquilo que pôde fazer nas horas acordadas. A hora não é mais apenas intuição, é uma pressão e um cálculo, que oscila entre a frieza geométrica e os afetos inesperados. Das linhas paralelas que prometem se cruzar no infinito. Dos momentos que não-dormi com ou sem alguém, colado no corpo, incrustado na cabeça.

Está mais para dados jogados lado a lado, se batem e se lascam, ou cartas colocadas ao acaso costas a costas no monte. Realidades tangentes, ora nem isso. Nem matemática nem jogo. Negando a probabilidade, negando a subjetividade. Nego o que for preciso, tenho medo dessa fé positiva, mas deixo ela, venha, pela última vez.

Pergunte-se sobre aquilo que jogou fora e o que tem guardado, daria mais de dez coleções, já contei. Da vida complementando o processo, e do processo, a vida. Não menos que uma historinha de amor para dar mais veracidade ao drama, para tornar sua preguiça e o stress mais viscerais. Ah, as paixões mal resolvidas, sempre se resolvem, de algum modo. Mal elas se resolvem e já desapareceram nas linhas do processo. 

Ethos, estética. Há algo de Maffesoli nisso. Seja nas grandes obras artísticas ou nas pequenas do cotidiano. Sobre a sua rua, não importa quem esteja com você, você sempre irá descê-la sozinho.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Post mais feminista de todos os tempos

Vamos utilizar a definição de flerte de Kundera: o flerte é uma promessa de coito, sem garantia. Sem garantia.

Fuck you, male!