quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

+ temas

 Corporalidades na história

Perspectiva eurocêntrica na história da moda

Imaginários de gênero na construção das corporalidades > construção dos padrões de beleza de épocas

Figuras

Vênus

Zeus

Adão

Eva

Figuras agêneras e intersexo em culturas não europeias

Relação da forma corporal da figura (e do imaginário de gênero construído sobre ela) com poder sobre a existência - poder de fecundação - poder de gerar e tirar a vida - poder de despertar desejo - poder de controle social, persuasão

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Adolescência

 O jovem adolescente só escuta outro jovem. Quem não faz parte do seu clã ou por uma impressão não tem a menor ideia do que o jovem está passando não tem crédito com o jovem. Toda vez que eu disser jovem aqui, estou dizendo de uma forma genérica. Não tem como delimitar uma faixa etária específica, se é uma pessoa que está na puberdade, se tem uma vida adulta, se tem contas pra pagar... o que eu quero dizer com jovem é uma ideia de:

- O jovem se conecta com o jovem

- O jovem necessita de um pertencimento, ao mesmo tempo que também de uma identidade como indivíduo

- Necessita se sentir forte como indivíduo para estabelecer bases de auto estima, auto respeito e amor próprio, frente a novidades e inseguranças da vida em sociedade

- Necessita sentir-se pertencente a um grupo para sentir que suas inseguranças, dúvidas e medos são acolhidos

- Não se conecta com pessoas "do lado de lá" que dizem que seus medos e inseguranças não são válidos, ou são pequenos, e logo vão passar porque afinal, bordões:  isto é uma coisa da idade, não é muito, logo você vai ver que isso vai passar. Então automaticamente, sem fazer absolutamente nada, somente com o ganhar de anos, os medos e inseguranças vão sumir, porque eram absolutamente biológicos, hormonais, coisa da puberdade, coisas pequenas que você tem que superar e ponto, fica feio ser um adulto assim.

Se formos pensar numa adolescência delimitada pela puberdade e numa adolescência "tardia" para quem já se desenvolveu fisicamente para o que a biologia considera um humano adulto... Então a adolescência está limitada ao campo do desenvolvimento físico, apenas? Quem apresenta comportamentos típicos do que se afirmam ser comportamentos correspondentes ao de um adolescente, só que depois da puberdade, é "tardio". E se as dúvidas, medos e inseguranças ainda forem os mesmos? Não vai ter nada a ver com puberdade, chuva hormonal, transição física do corpo infantil para o adulto... vai se relacionar com outras mudanças, algumas possivelmente ocorrendo na própria característica física da pessoa, mas se relaciona principalmente com a malha social que a envolve.

Durante a "adolescência ideal", será que essa pessoa pôde viver e resolver todos estes sentimentos e acontecimentos que surgiram? Não seria um tanto pouco tempo para esperar que logo aos 20, 25 anos, já estivesse tudo bem resolvido na saúde física e na psique de todo mundo? Seria esperado então que um adulto não tivesse mais perguntas, mas sim as respostas. Que tenha lido todo o livro da vida já, que contém todas as prescrições de como viver e o que dá certo. E com base em que contextos de vida se espera que a estas e aquelas faixas etárias ocorram estas e aquelas coisas na vida de alguém? E por fim, para que finalidade estas questões que "atrapalham" as vidas serem "resolvidas"? Qual o interesse em colocar um ponto final em discussões e reflexões de identidade, pertencimento social, auto análise e desenvolvimento emocional?

Colocar um ponto final nas questões que surgem todos os dias é colocar um ponto final no conhecimento. É basear o conhecimento apenas na crença. Isto sim é oferecer uma compreensão "tardia" das questões que levantamos diariamente. Pois quanto mais se demora para avanças nelas, mais tempo se passa até que cada indivíduo encontre uma explicação satisfatória para si daquele problema, e não apenas uma resposta a qual foi indicado aceitar, na falta de outra.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

O auto retrato

 O auto retrato na construção das identidades lésbicas e bi.

A ampliação de narrativas lésbicas e bi como fortalecimento do orgulho LGBTQIAP+.

Subjetividades lésbicas e as feminilidades.

E assim por diante...