sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Súb[d]itos de consciência

Esse lugar precisa de um texto. Esse corpo precisa de descanso. E tenho a leve impressão de que sempre venho aqui para me explicar. Nesse espaço posso ser burocrática o quanto quiser, rejeitar a fluidez do que sinto, como se fosse mais intenso.

É um quase nada, uma tela, sem desprezo. Como músicas para se ouvir num restaurante de beira de estrada: " eu que não fumo queria um cigarro..." e um óculos. Eu que não escrevo - reflito - quero focos em segunda e terceira pessoa.

Não estou disposta a outra coisa. Sem mais rodeios. Estou sozinha e o maior perigo é o chão. Lá vai o equilibrista andar normalmente. Dizer não é tão difícil, nem mágico. É só sair e pronto. Aí está a claridade e o bêbado pela manhã. Terão a audácia do encontro, porque é assim mesmo que se vive. Por agora, concordo com você, Carlos. Ou seja lá quem for...

Volta! Não volta... diz o súbito de consciência. Será mesmo ela tudo o que é preciso? Respondo já: volta!

2 comentários:

Anônimo disse...

A estrada sempre me chamou, sabe?
Não sei o que sente sobre, mas eu tenho medo de pegá-la e sumir.

hahaha.
Enfim.
Tenho certeza que você vai se dar muito bem nessa vida nova [desse ano e tal.

bom, acumule as energias, ursa, e volte bem e segura, pra casa.

Beijo no cérebro.

Anônimo disse...

" eu que não fumo queria um cigarro..."
Essa parte é meio perigosa, hauahuhua.

A parte do equilibrista me fez lembrar o cara tocando na Paulista a música que nomiei "o bêbado e o equilibrista" sendo que acho que na verdade nem é :\.

E é claro, não posso de dizer o que lembrei sobre o "volta": volte pra SP... Tô a espera do texto, ahauhuaahuahahuaahuahua.

Beijo beijo!